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  • Bombas de postos de gasolina são lacradas em vistoria do Procon/ANP


    Imepi, ANP e Procon encerram fiscalização nesta quinta-feira. Postos notificados são localizados nas zonas Sul e Norte.
    Postos de combustível de Teresina foram notificados durante a fiscalização que está sendo realizada pelo Procon em parceria com o Imepi (Instituto de Metrologia do Piauí) e a ANP (Agência Nacional de Petróleo). Durante fiscalização duas bombas de combustíveis foram lacrados.
    "Nestes postos os clientes estavam tendo 160 ml de prejuízo a cada 20 litros abastecidos", explicou o técnico. A lei vigente determina que a variação entre o combustível colocado no veículo para o contador da bomba deve ser de até 100 ml, para mais ou para menos.
    Se multados, os proprietários dos postos devem pagar o valor que varia de R$ 400 a R$ 6 milhões, após a análise da assessoria jurídica do Procon.
    Duas equipes trabalham simultaneamente na fiscalização em pontos diferentes na cidade. O nome dos estabelecimentos não foram divulgados, mas o Procon informou que um dos postos notificados fica na zona Sul e o outro na zona Norte de Teresina. Para Gilberto Alexandrino, metrologista do Imepi, os problemas detectados podem ser apenas anormalidades de funcionamento.
    "Não detectamos nenhum tipo de dispositivos na tentativa de burlar o consumidor. É apenas falta de manutenção ou outras falhas, já que a margem de erro era pequena", afirmou o especialista.
    O Procon avalia positivamente os dados apurados na fiscalização. "No geral, pode-se dizer que o combustível consumido em Teresina é de qualidade. Não encontramos tantas irregularidades", completou o fiscal.
    Os postos serão analisados até esta quinta-feira (14), nas zonas Sul, Leste e Norte da capital piauiense.

    Defesa

    Segundo o chefe de fiscalização do Procon, Arimatéa Arêa Leão, os donos dos postos de combustíveis em que foram encontradas irregularidades terão prazo de 15 dias para apresentar defesa.
    "Enquanto isso não acontecer, as bombas vão seguir lacradas. Vamos abrir inquérito para identificar se o problema está nos equipamentos, que não apresentavam manutenção adequada, ou se as distorções ocorreram por má fé", disse o gestor.

    Fonte: cidadeverde
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